• Subcribe to Our RSS Feed

Aquisição da Escrita (1 de 3)

out 21, 2014 by     No Comments    Posted under: aprendizagem e desenvolvimento, destaque

Vivemos num mundo rodeado de coisas escritas.

Para ler a segunda parte, clique aqui

Para ler a terceira parte, clique aqui


Basta sair à rua e olhar: é o jornaleiro cheio de revistas, jornais e livros; é a placa da rua, do ônibus, dos produtos. E conseguimos ler e entender tudo. Não é maravilhoso?

Eu não consigo me lembrar do tempo em que não sabia ler e escrever.
Mas posso imaginar, e acho que as escritas deviam parecer ilegíveis para quem não sabia!

E neste mundo cheio de escrita, como o nosso, você consegue imaginar um tempo completamente diferente? Um tempo em que a escrita não existia? Pois isso aconteceu e foram necessários milhares de anos para que ela se desenvolvesse e ficasse como nós a conhecemos hoje. E por ser uma historia interessante e bonita que muitos estudiosos se interessavam pelo o processo de construção da escrita e suas etapas. A escrita costumeira apareceu sob forma de diferentes portadores do texto: rótulos, cartazes, placas, livros, jornais, dicionários, enciclopédias, receitas, contos, noticias, instruções, definições. A vida cotidiana são os nossos materiais, que oferecem aos alunos bilhetes para a família, cartas, cartazes, visita a biblioteca, são exemplos de participação.

A leitura em voz altar permite associar os signos gráficos com linguagem. Escutar a linguagem ajuda a criança a desenvolver processos cognitivos como: atenção, compreensão, observação, elaboração, seleção, ordenação, sequenciação.

Sem ação interacional não há como a criança adquirir e desenvolver os processos cognitivos.
Desenhos e rabiscos representam a escrita. A participação cooperativa favorece a aprendizagem as regras, os parâmetros são exercitados nas dinâmicas de grupo.

Para Vigotsky a alfabetização, de acordo com o papel social da linguagem, permite ao aluno acesso aos bens comuns, para então produzir mudanças cognitivas (internas) que lhes possibilitem uma visão mais amadurecida, inteligente e critica frente as contingências que os cercam. O sujeito passa a agir, interferir, modificar e transformar as situações sócio-culturais do meio mais próximo.

Para ler a segunda parte, clique aqui

Para ler a terceira parte, clique aqui

Por Denise Mineiro,
artigo baseado no Portal da Educação

www.facebook.com/denise.mineiro
www.linkedin.com/in/denisemineiro



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Tem algo a dizer? Vá em frente, deixe seu comentário!

XHTML: Você pode utilizar os seguintes códigos: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

UA-34327795-1